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O professor: Na técnica e na vida?

"Mostre-me outra pessoa no jiujitsu que chegaria à final e daria ambos os títulos a seus alunos - Lenda viva, verdadeiro campeão".

Edwin Najmi sobre seu Professor, Romulo Barral no Europeu de 2016.

Se você pratica Jiu Jitsu por algum tempo, provavelmente já ouviu falar de pelo menos alguns dos maiores momentos do esporte. A lista pode variar de lugar para lugar, mas há vários itens que são unânimes.:

Jacaré , com um braço quebrado, terminando a luta contra Roger para se tornar o campeão absoluto do mundo de 2004;


Vinny Magalhães e seu braço inquebrável contra Werdum pelo Ouro ADCC 2011, ou talvez Buchecha abrindo mão da medalha de ouro no Mundial de 2018 para que seu amigo Leandro Lo, lesionado, pudesse se tornar o campeão. Poderíamos falar de grandes momentos para sempre, mas estes são apenas alguns com os quais todos concordam.


Os atletas devem ser sempre homenageados, já que são eles que sempre colocam pra jogo,

mas não podemos esquecer os treinadores. Os professores também têm sido protagonistas de muitos momentos espetaculares na história de nosso esporte. Quem não se lembra de Rodrigo Cavaca fechando o Mundial de 2013 com seu aluno Marcos "Buchecha" Almeida, ou Romulo Barral fechando 2 finais com seus alunos Pena e Arges?


Ainda não consigo ver Finfou entregando a Fernando Terere seu Black Belt de volta sem lacrimejar.

A realidade é que as vidas de professores e alunos estão muitas vezes profundamente entrelaçadas. Mas existe um padrão objetivo de como deve ser essa relação? Há algo em que todos nós possamos concordar, que todos os professores de Jiu Jitsu deveriam ter como objetivo de ser na vida de seus alunos? Os alunos podem saber objetivamente o que devem ser para seus professores? Essa relação deve transcender os tatames?


Vemos histórias bonitas e não tão bonitas desta relação todos os dias e, embora possamos elogiar ou condenar certas atitudes, a verdade é que a relação professor x aluno varia muito de lugar para lugar.


Em algumas escolas, rolar ou mesmo falar com o professor é a coisa mais difícil do mundo.


Alguns professores estão prontamente disponíveis para qualquer assunto relacionado a técnica, mas preferem ficar longe de qualquer assunto fora dos tatames. Alguns Senseis compartilham sua sabedoria com os alunos sobre qualquer coisa que eles possam, dentro e fora dos tatames, mantendo firmemente a crença de que as Artes Marciais devem e transcendem os tatames. Muitos em nossa comunidade acreditam que o desenvolvimento de técnicas afiadas, perigosas e muitas vezes letais nunca deve ser divorciado da instrução moral. Afinal de contas, se você ensinar um aluno um estrangulamento, não seria sábio garantir que ele ou ela entenda que você espera que eles não matem alguém porque é errado?


Uma vez que sua conduta o torna um exemplo, é impossível não permear outros aspectos da vida de seus alunos.

Quando olhamos mais de perto, parece que o professor de Jiu Jitsu, queira ou não, produzirá mais do que praticantes ou atletas, mas cidadãos. A única pergunta que permanece é que tipo de cidadãos estamos produzindo tanto para hoje quanto para amanhã.

Quem são seus exemplos de conduta nos tatames e na vida? Como ele ou ela conduz seus alunos? Deixe-nos sua opinião na seção de comentários abaixo.



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